Prisioneiro da Esperança
Livro:Além dos Horizontes da Alma
Ivete Lanzieri
Folhas secas rolam pelo chão
o outono chegou.
Sopro de vento, brisa gelada
a razão congelou
Um dia o sonho a alma dominou
Agora apenas prisioneiro da esperança
Mas nem o tempo
Nem a dor
Nem mesmo a fúria do mar
podem suas promessas mudar
Na profundeza da alma
Depois que o sol se põe
E o canto dos pássaros é interrompido pelo silêncio
Quando o brilho da esperança
É ofuscado pelas sombras da noite
Ouve-se ao longe o rugido de águas profundas
Agitadas pela fúria do valente guerreiro
Não mais um prisioneiro da esperança, não mais!
Seu brilho em mim pra sempre
Como jóias de uma coroa
Faz-me agora bilhar

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